quinta-feira, 31 de maio de 2012

COM QUE ROUPA EU VOU? DENIS MORAES FALA NA RADIO IGUATEMI.



ESTILOSAS TAMBÉM NO ESCRITÓRIO

Esse post foi escrito tempos atrás, na época dos Encontrinhos (alôr 2008-2009!), numa ocasião em que a gente tava tendo contato com clientes e leitoras que, ao mesmo tempo, reclamavam da mesmice e da falta de feminilidade do look que trabalhos formais demandam – trabalhos formais tipo escritório tradicional de advocacia ou mercado financeiro, cheios de colegas-meninos que trabalham todos os dias de terno e gravata. Na época elas reclamavam de usar calça e camisa todo-danto-dia, sempre igual. A gente parou pra pensar – e agora re-pensou! - no que pode fazer a diferença na aparência de quem tem que se virar em dresscodes rígidos como os dessas clientes/leitoras. A primeira sugestão é não ter preguiça nem preconceito em relação a nada! Que quanto mais a gente experimenta, mais chance a gente tem de alcançar resultado bom – e de se surpreender, e de ganhar elogio. Então vambora:
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Materiais diferentes!
Sabe o que faz super diferença, sem chamar atenção demais? Material bacana. Faz diferença em originalidade, porque é muito legal substituir o algodão e o crepe e a microfibra de sempre por algodões fininhos, tricôs leves, malhas trabalhadas, sedas mais opacos e lãs com texturas. Superfícies variadas, com toques e apariencias diversas (entre si!) sempre acrescentam interessância – mesmo em looks super tradicionais. Material diferente faz diferença também em elegância, que material de qualidade é sempre sinal de refinamento – até nas peças mais lisas ou informais. Arrasa! E lembra que tricô é super super super legal de usar com alfaiataria.
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Formas não tããão convencionais
Olha, meninas, camisas em modelagens e formas diferentes é o que não falta. Se fosse só com camisa branca, já dava pra super inovar: tem com mangas diferentes, com gola diferente, com recortes diferentes, com comprimentos diferentes, com abotoamentos diferentes e mais. E ainda tem vestidos em formatos novos, paletós e jaquetas bem não-tradicionais, blusas com recortes e volumes, calças e saias com detalhes que fazem diferença. E formas fazem a difenreça mesmo – é um jeito bem inteligente de escolher o vestir, em que a “esperteza tá na sutileza”. =)
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Campanha por mais cores em tudo (a gente não cansa!)
Tudo bem ter uma base preta, cinza e branca pras roupas de usar no trabalho. É até bom que a coordenação de cores comece com peças neutras e evolua: a evolução tem fórmula certinha, quer ver? Tudo que a gente combina com preto dá certo também com marrom café, com marinho, com vinho e roxão, com cinza-chumbo e com outras cores neutras e escuras – porque elas são equivalentes ao preto, sabe como? Daí pra coordenar mais cores, mesmo as mais coloridas, mas de jeitos mais calmos, é um pulo. E coordenações legais de cores fazem mais diferença ainda. Experimenta pra você ver.
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Super tem que ter acessórios legais
É uma verdade universal: é possível MESMO mudar a cara da roupa com acessórios diferentes. E acessório legal tá sobrando por agora: a gente pode usar lenço, cintinho e cintão, pashimina no friozinho, brincão, broche, faixa, power colar, tiaras e fivelas de cabelo, cachecol. Sabe o que mais? Sapatos coloridos e com formas novas e recortes diferentes também contam. E bolsas que acrescentem personalidade. A gente arrisca dizer que, mesmo sendo pequenina parte do look total, acessório bacana é o que mais acrescenta personalidade originalidade consistência ao visual do trabalho formal. E mesmo os grandes ocupam tão pouco espaço (na aparência inteira) que vale a pena cuidar.
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Mulherzinhas!
Podia ser um exercício: usar vestido ou saia pelo menos uma vez por semana. Substituir o paletó por um cardigan deixa o look menos duro, mas fofinho, mais feminino. Vestidinhos ficam incríveis com cardigans ou paletós ou jaquetas; e saias ficam ótemas com camisas ajustadas, com tricô, com blusas justinhas com mangas 3/4 ou compridas – pernoca de fora é bemmulherzinha. Mais: cintinhos e peças que acinturam, sobreposições justinhas, peças com detalhes graciosos tipo mangas arredondadas e golas fofuchas. O look fica completo com sapatos delicados, com frente alongada e arredondada. Ou mesmo com sandálias discretas, que tenham salto médio/grosso e tiras mais larguinhas – mas que ainda mostrem alguma coisa dos dedinhos (com parcimônia, hein, meninas). Pronto, tá pronta. =)

TRABALHANDO NOS TRÓPICOS

A gente é super a favor de um dresscode profissional mais condizente com uma imagem “olhe pro trabalho que executo” no lugar de “olhe como eu sou uma graça”. Isso quer dizer que a gente acredita que roupa de trabalho tem que ser um pouco mais recatada (cuidado com decotões, mini-comprimentos, justezas excessivas, transparências sexies…) e mais elegante (corte e caimento bons, tecidos planos, alfaiataria, etc). Mas isso não quer dizer que roupa de trabalhar tem que ser chata de vestir e coordenar.
E pensando que o calor está vindo por aí e que novas vontades estão vindo junto, dá pra perceber que as novas roupas de trabalho estão bem mais “tropicais”. Repara só como a gente tem visto em muitas vitrines alfaiataria em linho! Ou camisaria em tecidos de folhagens!
O que a gente apelidou de “trabalho tropical” é o que deveria ser dresscode profissional pro verão brasileiro. Então anota aí: cores claras (cáqui, branco, bege, caramelo) ou cores quentes (laranjas, amarelos, verde militar), estampas étnicas ou florais-tropicais, tecidos naturais e mais rústicos (algodão, linho, tricoline), caimentos mais soltinhos, acessórios coloridos e com perfume étnico, detalhes regionais, sapatos leves ou mais abertos, bolsas mais molengas e fáceis de carregar. Ufa! A recomendação não é usar tudo ao mesmo tempo agora, mas pontuar nosso look do dia a dia com alguns desses elementos. O resultado é uma imagem profissional relaxada e confortável, bem brasileira, mas ainda assim elegante.
Ah! Vale o lembrete de que a terceira-peça (amada, idolatrada, salve salve!) sempre vai deixar o look mais arrumadinho e com isso com mais cara de profissional. Certo!?!
Tags: 05.10.2011 - 10:30 | Postado por CristinaCategorias: moda e consultoria29 Comentários

ROUPA DE DAR AULA E PALESTRA

Quem dá aula ou palestras é, naturalmente (enquanto trabalha!), o centro das atenções. Na frente de um grupão de alunos ou de uma audiência de palestra é impossível a gente não magnetizar o olhar dessa gente. Por isso – e por que o look não tem que interferir (!!!) no conteúdo que se tem pra entregar – é bem importante a gente prestar atenção ao que usa nessas ocasiões. Aqui tem um checklist pra gente repassar antes de sair pra cada aula, apresentação, workshop e tals: garantindo que a gente é gracinha, mas que o que a gente tem pra falar é mais valioso e que o look só enfeita essa inteligência, sem ofuscar nem sobrepor. ;-)
• Dando aulas ou palestras a gente já usa bastante as mãos pra falar, pra mostrar, pra apontar, pra mensurar, pra tudo. Uma função que a gente pode dispensar nessa hora é a de cuidar do cabelo, prender atrás da orelha, tirar a franja da frente do olho, enrolar em coques que caem toda hora. A premissa do cabelo profissional – que já sai de casa arrumado, preso, no lugar – vale especialmente pra quem tá diante de uma galera interessada em outra coisa (e não no cabelo da gente). Vale também pra maquiagem!
((Quem usa óculos pode acrescentar à maquiagem-profissional um olho mais marcado pra que a lente não deixe ninguém sem olhar firme – mesmo pra quem tá sentado lá no fundão!))
• Vale pesquisar/conhecer pra quem se vai falar e então procurar elementos (pro look) que gerem identificação e que ganhem geral já na entrada. A aula é pra universitários de humanas? De exatas? A palestra é pra advogadas? Pra enfermeiras? Pra executivas? Pra professoras de crianças? Mais formal ou mais informal? Pra quem… – sabe como? A gente já até contou que a gente mesma se veste pra cada cliente que vai encontrar, ó!
• Conforto é sempre importante, mas no caso de estar em evidência isso pesa ainda mais: roupa que marca, que se mexe muito quando a gente se mexe, que repuxa, que não para no lugar, que marca quando a gente sua (alô pizzas desconcertantes debaixo do braço) e tals não ajuda ninguém a prestar atenção no que a gente tem pra dizer. Tem que estar confortável, com dignidade, em 360º – de frente de costas sentadas pegando papéis do chão ligando fios do computador e mais.
• O senta-e-levanta da dinâmica de aulas/palestras pode deixar o look mais bonito bastante desajeitado, amarrotado, torto, fora de lugar. Essa é uma hora boa pra sacar as malhas mais legais que a gente tem no armário (tecido plano é sempre mais elegante mas né, tem umas malhas incrementadas que dão de mil nos panos mais basicões) – o post em que a gente sugeriu looks pra quem passa muito tempo no trânsito (!!!) tem umas direções boas pra fugir do visual-amassado.
• Acessórios são bastante ajudadores na hora da gente chamar atenção pro rosto – parte mais importante de qualquer look, mas especialmente do look de dar aula. Cor forte, forma original e tema interessante podem ser usados em forma de colar, de lenço, de acessório de cabelo. Mãos também são ponto focal, viu, e precisam estar bem feitas (e livres de acessórios barulhentos ebalançativos, tiradores de atenção de qualquer um!).
• Quem quiser elaborar um look no nível avançado de inteligência fashion (!!!) pode pensar nascores e contrastes que vai usar em relação ao ambiente em que a aula ou palestra vai ser dada – pra que a gente se destaque do fundo/do ambiente mesmo que discretamente! ;-)
• Super importante e a gente vive esquecendo: hoje tem aquele mini-microfone de pregar na roupa (sabe qual? tipo de apresentador de jornal na TV?) em quase todo lugar! A gente precisa pensar em decotes e golas que sustentem o pregadorzinho – e em coordenação de duas peças que permitam passar com facilidade quaisquer fios, se for o caso. Vestidos, às vezes, dificultam isso daí.
• E aí, no final da arrumação, vale repassar o teste dos 10 pontos pra ter certeza de que o look não vai aparecer mais que o conteúdo que se tem pra dar na aula (ou na palestra). Look bom é imprescindível pra estar diante de qualquer um – imagina de toda uma audiência! – mas tem que ser coadjuvante, que o principal é a inteligência né!
Tags: 16.05.2011 - 11:35 | Postado por FernandaCategorias: na vida real21 Comentários

LAÇO NO PESCOÇO

Camisas com laço no lugar da gola não são novidade, mas tem aparecido com mais frequência (em referências na internê) desde os desfiles das coleções intermediárias de lá de fora do BR. Especialmente pra quem trabalha em ambiente formal, essas camisas são sacadas simples e impactantes pra variar o dresscode – e incrementam com charme feminino e descontraído (com a adequação necessária). E o laço podia virar vilão se acrescentasse volume, mas os modelos mais legais são feitos em seda molinha, então tá tudo certo!
A escolha da altura em que o laço fica pode variar, no entanto. Tem camisas em que o laço fecha pertinho do pescoço, como uma gola mesmo, e outras em que o laço cai como moldura do decote, deixando colo à mostra. Quanto mais fechada a camisa é, mais sensação de tronco cheio (e peitão, e ombrão) a gente tem. Vale então experimentar assim: mais fechadinha pra quem tem peitinho e quadril maior, mais abertinha pra quem tem peito e é mais fininha embaixo. As mesmas direções que guiam nossas escolhas pra colarzão podem também orientar a escolha dos laçarotes que arrematam essas “novas” camisas.
E mais: silhueta também ganha sensação nova em relação a proporções quando a gente coordena cores e bilhos – tudo mais escuro e mais opaco dá sensação de menor, tudo mais claro e vivo/intenso dá sensação de maior. E asism a gente vai montando nosso quebra-cabeça pessoal em frente ao espelho, construindo a imagem mais confortável que a gente pode ter, sem deixar de usar nada que se tenha vontade. <3
Tags: 26.01.2011 - 10:03 | Postado por FernandaCategorias: moda e consultoria9 Comentários

DRESSCODE DE TRABALHAR EM CASA

Quem levanta da cama pra só atravessar um corredor e então sentar na mesa do “escritório” PRECISA se preparar pra isso com atenção e cuidado: tomar banho, arrumar o cabelo e escolher um look apropriado (ahãm!) fazem diferença. Claro que o rigor é outro, roupa de trabalhar em casa pode ser tão confortável quanto o pijama com que a gente dormiu, mas nem por isso é necessário trabalhar desarrumada. Porque né, o motoboy pode aparecer pra retirar uma entrega, pode surgir um convite pra almoço em cima da hora, pode ser que a gente precise sair assim, rapidinho – e horário de trabalho é tempo de estar preparada (visualmente!) pra tudo.
Conforto equilibrado
Roupa confortável não é a roupa que a gente mais usou na vida e que tá desgastada, rasgadinha, puída. Os materiais que confeccionam o que a gente veste é que são responsáveis por não apertar, por cair soltinhos, permitir mobilidade, deixar a gente quentinha (no frio) ou fresquinha (no calor). Malha, plush, viscolycra e moletom funcionam super bem – e pra não renderem uma cara ‘confortável demais-da-conta’ podem sempre ser coordenados com pelo menos uma peça em tecido plano.
Modelagens motivadoras
Malha pode ter design, moletom pode ter design, algodão pode ter super design: é super possível escolher essas peças equivalentes-ao-pijama, mas com detahes que incrementem o look com informação visual de valor – e que deixem a gente se sentindo especial e motivada pro trabalho em casa. Vale calça saruel nesses materiais, vale corte como se fosse alfaiataria nos tecidos molinhos, vale blusas com decotes recortes pregas faixas e mais: tem até na Hering! Uma sacadinha que seja na modelagem já faz diferença. Essa mesma ideia vale pra jeans: todo dia vestir o mesmo jeans e a mesma camiseta pra trabalhar sem sair de casa não dá energia ne-nhu-ma, né? ;-)
Terceira peça sempre pronta pra sair
A gente fala da importância de uma terceira peça no look desde 2008 (!!!), e pra quem trabaha em casa ela pode ter valor extra. A gente pode estar bem confortável, bem com tudo molinho, soltinho, e ter um complemento escolhido a dedo pra arrematar o look com a formlidade/elegância necessária – se for o caso de atender a porta, descer pra um almoço de última hora, sair correndo pra uma reunião esquecida na agenda… sabe assim?
Cores que equilibram informalidade
Se a gente tem um “pequeno guarda-roupa” de trabalho em casa, com calças confortáveis e bermudinhas e camisas e vestidos selecionados pra esse fim, tudo pode ter cores coordenáveis entre si e não é uma má ideia construir esse conjunto de peças em cores neutras. Look com menos cor colorida fica mais formalzinho por si só – o que equilibra super a mensagem de informalidade dos materiais gostosos de trabalhar em casa. Daí, quando for o caso de animar, a base neutra tá preparada pra ganhar peças coloridas na coordenação!
Acessórios de trabalhar fora de casa
O look mais simples pode parecer elaboradíssimo-chiquérrimo com um colarzão de metal, ou com pulseiras coordenadas entre si, com um lenço lindo, com sandália e sapatilha arrumadinhas (não é uma lei combinar moletom/malha com tênis, viu!). Vale escolher acessórios como se o trabalho fosse fora de casa! Mais importante de tudo: look de trabalhar em casa tem que ter bolsa preparada pra acompanhar, se for o caso de sair: a melhor bolsa do armário da gente pode acrescentar a aura profissional ao look confortável – vale escolher elegância e qualidade, exatamente pra contrapor!
Tags: 23.11.2010 - 11:54 | Postado por FernandaCategorias: moda e consultoria43 Comentários

PROFISSIONAL MAS NÃO CARETA!

Sabe recém-formada que sai da faculdade direto pro ambiente formal de trabalho? Pra essas a gente pensou num dresscode especial, tipo como estar adequada sem parecer velha ou antiquada! A sacada é miturar elementos formais e informais no mesmo look, na medida que o ambiente de trabalho permitir – elementos que podem ser cores, tecidos, texturas, acessórios, comprimentos, complementos e tals, sabe? Vale pensar (de acordo com o lugar em que todo mundo trabalha, claro!) em calça alfaiataria e jaqueta jeans ou jaquetinha de couro, por exemplo, no lugar de um paletozinho mais tradicional. Ou, com esse mesmo paletozinho, uma saia com texturas ou materiais alternativos, como camurça ou tecido lustroso. Imagina, então um tailleurzinho com uma botinha de tornozelo ou um assandalhado bem poderoso?!??
Daí fizemos uma lista de tópicos que, combinados, podem render umas boas fórmulas pra quem quer experimentar esse dresscode-certinho-não-careta. Comprimentos acima dos joelhos são sempre mais joviais que os que cobrem a dobra da perna – pra calças, barras na altura dos tornozelos (tipo cigarrete) também são mais frescas. Terceira peça, que sempre colabora pra ‘formalizar’ looks, podem ser mais curtinhas ou mais longas – pensa em boleros moderninhos ou em trench-coats leves. Também não precisam ter mangas: coletes, de todos os materiais e formas e comprimentos, são sempre atualizadores. Nessa categoria também estão os acessórios: sapatos ‘de agora’, colares e pulseiras e brincos e lenços e broches e anéis dizem muito do momento que a gente vive (na moda!), vale super prestar atenção.
E aí, se a gente resolve substituir o preto por outros neutros escuros – tipo cinza, marinho, verdão, roxo, marrom café – as coordenações de cores que a gente faz já tendem a ser mais originais, e cor sempre “jovializa” looks. Não precisa nem usar cores extravagantes demais: só da gente coordenar de um jeito não-usual, o visual já parece não ter preguiça ou estagnação… já parece cheio de energia xóvem, haha. E aí, cabelo cortado bem bacanudo ou arrumado de jeitos legais (agora meio despenteadinhos, ou com trancinhas e torcidinhos) super contam pontos pra refrescar ainda mais a aparência.
Tags: 23.09.2010 - 14:16 | Postado por FernandaCategorias: moda e consultoria34 Comentários

Roupa pra trabalhar no calorão

Sempre que tem post aqui no blog sobre roupa de usar no trabalho tem na sequência um monte de comentários com dúvidas e sugestões sobre outras situações – que renderam até mais posts com o que usar em ambientes de trabalho: tanto em lugares mais informais, ou no escritório ou em ambiente formalzão.
As dicas e truques já são velhos conhecidos: looks de três peças (eu mesma me sinto estranha quando não tenho um “cardiguinho”, ou colete ou lenço pra completar a roupa), modelagensque fiquem bem e valorizem a nossa silhueta, roupas bem conservadas e por aí vai.
Mas tem hora que a gente precisa “customizar” umas dicas, né? Tem lugares onde o calor é tão forte que fica aquela dúvida: ir arrumada e passar calor ou ir fresca e não ficar tão arrumada assim? Mas ó, tem jeito de unir as duas coisas! O desfile da Prada de verão 2010 – agora na semana de moda de Milão – trouxe um monte de inspiração pra gente estar bacana mesmo numcalorão.
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A passarela mostrou muita coisa de alfaiataria desconstruída, ou seja, que foge daquela coisa clássica de alfaiataria quando “mexe” um pouquinho nos elementos tradicionais das peças. É aquela história de roupa de menino influenciando nosso guarda roupa sempre.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Plus Size: Conheça a gordinha mais chique de São Paulo


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25/05/2012 atualizado em 25/05/2012
Moda GG

Plus Size: Conheça a gordinha mais chique de São Paulo

 
 
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A organização do concurso, Denis Moraes e Adiltona Amaral  afirmam que o objetivo é valorizar a mulher com curvas e completa que é preciso pensar com outros tipos de beleza. 


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A festa foi marcada por muita emoção. Depois do desfile das 15 finalistas, a soma dos votos resultou em um empate. Na votação para decidir a vencedora, os jurados escolheram Patrícia que Denis Moraes

a presenteou com uma linda tiara de VIVA NOIVA.