terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Novo medicamento contra diabetes recupera funções do pâncreas


Novo medicamento contra diabetes recupera funções do pâncreas

O Brasil está participando de um estudo que, se comprovada a eficácia, pode mudar a vida dos diabéticos. Centros de pesquisa de diferentes países testam uma nova geração de uma classe de medicamentos que pode reduzir a quantidade de medicação utilizada por pacientes com diabetes tipo 2 e ainda recuperar parte do funcionamento do pâncreas. Os novos remédios devem chegar ao mercado dentro de um ano.

Priscilla Borges, iG Brasília | 26/03/2010 00:48
Compartilhar:
Produzidas por indústrias americanas, suíças e japonesas, as novas medicações estão sendo consideradas como a terceira geração de drogas já conhecidas de quem tem a doença. As incretinas são hormônios gastrointestinais existentes no organismo, que desaparecem quando a pessoa desenvolve diabetes do tipo 2. Os diabéticos tomam essa classe de medicamentos para aumentar a quantidade de insulina no organismo e produzir saciedade.
Hoje, no mercado, existem dois tipos de incretinas sintetizadas, as orais e as injetáveis. Elas fazem parte da primeira geração dos medicamentos, que precisam ser tomados diariamente. As novas pesquisas testam a terceira geração desses remédios, feitas para serem tomadas (ou injetadas) apenas uma vez por semana. A segunda geração não produziu os efeitos esperados pelos cientistas.
São medicações sofisticadas, de ação prolongada e com menos efeitos colaterais, garante o endocrinologista João Lindolfo Borges, um dos pesquisadores envolvidos no estudo. Borges faz parte do Centro de Pesquisa Clínica do Brasil, instituto privado vinculado à Universidade Católica de Brasília (UCB). Para ele, as vantagens do remédio são inúmeras, inclusive na melhoria na produção de insulina.
Excesso de peso
Segundo o médico, essa é a única classe de remédios contra o diabetes – a doença não tem cura – capaz de reverter a perda do funcionamento do pâncreas, que entra em falência por causa da doença. Borges explica ainda que as incretinas sintetizadas em laboratório atuam no sistema nervoso central inibindo a fome mais rápido e retardando o esvaziamento do estômago. Isso significa que os pacientes demoram mais a comer.
Isso é importante porque 90% dos pacientes com diabetes tipo 2 têm excesso de peso. Se ele perde peso, outros benefícios são adquiridos. Por exemplo, a pressão melhora, a taxa de triglicerídeos também, afirma o pesquisador. A estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que 250 milhões de pessoas em todo o mundo tenham diabetes e que 30% delas não saibam da doença.
No Brasil, dados do Ministério da Saúde mostram que 7,5 milhões de brasileiros com mais de 18 anos têm a doença diagnosticada. Desse total, 90% são pacientes com diabetes tipo 2. O professor da UCB lembra que, mesmo com os medicamentos, os pacientes precisam lembrar que manter a dieta alimentar e praticar exercícios são essenciais para o tratamento da doença.
Pesquisas constantes
No Centro de Pesquisa Clínica do Brasil, Borges desenvolve outros estudos com medicamentos já utilizados para tratar o diabetes. Um deles deve ser apresentado em junho no Congresso Americano de Diabetes, nos Estados Unidos. Há algum tempo pesquisadores alertaram para o perigo de uma droga comumente utilizada no tratamento do diabetes, as glitazonas.
Segundo esses estudos, elas aumentariam a incidência de doença cardiovascular e osteoporose os pacientes que a ingerem. A pesquisa Borges mostra como as glitazonas provocam a perda óssea nas pessoas que a utilizam. No estudo feito por ele, não houve aumento de casos de doença cardiovascular.
Ele explica que o precursor que produz as células dos ossos é o mesmo das células adiposas. Com a glitazona, esse processo pode sofrer intervenção e ser invertido, fazendo o corpo produzir mais gordura e menos osso. O médico conta que o remédio deve ser retirado do mercado em breve.
Testes em humanos
Como qualquer avaliação de medicamentos em seres humanos, a utilização desta nova geração de incretinas em brasileiros teve de ser aprovada pelo Conselho de Ética da universidade, pelo Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Os pacientes que participam da pesquisa recebem todo o tratamento gratuitamente.

COM PEROLAS E RUBIS A MUSA DO CARNAVAL PLUS SIZE SERA COROADA POR DENIS MORAES NO SAMBODRAMO NO DIA 02 DE FEVEREIRO 2013



Conheça Lígia Alvarez, nova musa plus size do Carnaval de SP

29 de Janeiro de 2013  12h06

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

SEGURANÇAS PROIBEM SAIDA DE JOVENS EM MEIO AO INCENDIO EM SANTA MARIA,DEVERIAM PAGAR PARA SAIRDO MEIO DO FOGO.


Ao tomar conhecimento do fato que os seguranças não permitiram
a saida dos jovens na hora do incendio e que deveriam
pagar a quantia de $ 15,00  REAIS !!!!

HOJE EU ME PERGUNTO CADA UM DELES DEVE TER FILHOS, SOBRINHOS IRMÃOS SERA QUE A VIDA SÓ VALE  $15,00.
FOI O QUE CUSTAVA PARA  NO DESESPERO PELA VIDA
SAIREM DE DENTRO DO INCENDIO.

QUANTO CUSTA UMA VIDA???

domingo, 27 de janeiro de 2013

LUTO POR SANTA MARIA

Ao ver a expressão de cada Mãe no velorio é desolador.
Não temos como dividir esta dor, e nem reparar perda...
Mas podemos deixar nosso profundo sentimento de pezames
e declarar nosso sentimento de profunda dor e respeito a cada
um dos familiares.
Registrar que o Mundo esta hoje em luto juntamente com
cada um que hoje vive a perda de um ente querido, no incendio
de Santa Maria.
Deixo maus sentimentos de dor e enlutado Peço a Deus forças
para enfrentarem este momento dificil e doloroso da vida de
cada um dos familiares das vitimas.

incêndio em boate de Santa Maria deixa mais de 230 mortos

A negligencia dos funcionarios da Boat kiss levou a morte de  centenas de jovens.
Segundo informaçoes até agora os seguranças da boat não permitiram a saida dos
presentes exigindo que  pagassem a conta,mesmo com principio de fogo espalhado
pela casa.

Parentes choram ao lado de um caixão em um ginásio, onde os corpos foram levados para identificação em cidade de Santa Maria. Um incêndio de grandes proporções em uma casa noturna ocorreu na madrugada deste domingo em Santa Maria (RS). O incidente, que começou por volta das 2h30, ocorreu na Boate Kiss, na rua dos Andradas, no centro da cidade. Segundo um segurança que trabalhava no local no momento do incêndio, muitas pessoas foram pisoteadas. Por volta das 10h40, foi encerrada a remoção dos corpos das vítimas em um caminhão da Brigada Militar. Eles foram levados para um ginásio da região central onde será feito o reconhecimento. O Corpo de Bombeiros acredita que o fogo teria iniciado com um sinalizador



RS: incêndio em boate de Santa Maria deixa mais de 230 mortos

27 de Janeiro de 2013  09h06  atualizado às 19h56