sexta-feira, 21 de junho de 2013

Agenda Caras resalta Coquetel em Limeira S.P, por Denis Moraes

Pedras Brasileiras viram joias na rstação.


Limeira  a capital do folhado foi escolhida pelo  designer das estrelas Denis Moraes que em Parceria com a Possebon  veio  receber o titulo da cidade mais quente desta estação.

O casal Marcos Cardoso e Renata Lupinacci
 receberam convidados especiais como o Modelo ex bbb Jonas Sulzbach e Lucimanra
Alexandre modelo Pauista e Denis Moraes consultor de moda, que  misturaram no meio de clientes e amigos,em uma celebração de sucesso de vendas da empresa.
A escolha de doces e salgados foram minuciosamente escolhidos pela Renata e Denis com as cores das joias  que estão sendo lançadas na coleção, a bebida  o frescor do Champanhe para brindar a festa e  a alegria e a coleção.As frutas com a cara do Brasil e as cores que  foram a inspiração para a coleção.

Um coquetel descontraido em Petit Comite lançou coleção e marcou
para os presentes como inesquecivel definiou Denis Moraes Consultor de moda e organizador do evento com Renata Lupinicci .

PARA PRESIDENTE DA REPUBLICA NAS PROXIMAS ELEIÇOES, JOAQUIM BARBOSA

ENTRE INUMERAS PESQUISAS CONSTATAMOS QUE UM NOME QUE FARIA
TODOS MUITO FELIZES É DO JUIZ  JOAQUIM BARBOSA, SEGUNDO O JORNALISTA DE MODA
DENIS MORAES QUE
.RESALTOU AINDA QUE AGORA O QUE ESTÁ EM  MODA É HONESTIDADE, CARATER E DIGNIDADE E  ASSIM O NOME COM CERTEZA SERÁ DO JUIZ  JOAQUIM BARBOSA PARA PRESIDENTE DO BRASIL.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Por livro sobre 1993, palmeirenses lotam loja e emocionam Evair

13/06/2013 16h01 - Atualizado em 13/06/2013 16h01

Por livro sobre 1993, palmeirenses lotam loja e emocionam Evair

Cerca de três mil torcedores vão ao lançamento da obra "Sociedade Esportiva Palmeiras 1993 - Fim do jejum, início da lenda"

Por GLOBOESPORTE.COMSão Paulo
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Evair, Galuppo, Mauro Beting (Foto: Divulgação)Fernando Galuppo, Evair e Mauro Beting são os
autores do livro (Foto: Divulgação)
A Academia Store parecia a entrada de um estádio de futebol em dia de jogo, na noite desta quarta-feira, quando completou-se 20 anos do título paulista de 1993. Cerca de três mil palmeirenses formaram uma enorme fila na rua Augusta, em São Paulo, para prestigiar o lançamento do livro "Sociedade Esportiva Palmeiras 1993 - Fim do jejum, início da lenda". Tamanho o prestígio dos torcedores, a noite de autógrafos foi das 19h30 até as 02h07.
Escrito por Evair, em parceria com os jornalistas Fernando Razzo Galuppo e Mauro Beting, a obra conta a trajetória do jogador até a conquista, com informações dos bastidores, trazendo tópicos com todos os jogos da competição. O ex-atacante conta com detalhes sobre os momentos mais marcantes das partidas, como o pênalti da decisão contra o Corinthians.
- Meu agradecimento a cada torcedor que esteve ontem conosco. Posso dizer que vivi momentos emocionantes. Ver um senhor de 85 anos, que estava na frente da loja desde as 15h, só para me agradecer por 12 de junho de 1993. Conhecer uma família de quatro pessoas que fez questão de comprar um livro para cada um, ao invés de um exemplar para a família toda. Perceber que muitos estavam com lágrimas nos olhos, outros me abraçando com um sentimento tão verdadeiro e sincero. Não esquecerei. Não tenho palavras para agradecer - disse Evair.
Atual presidente do Palmeiras, Paulo Nobre é o responsável pelo prefácio da obra e também esteve presente no evento, distribuindo autógrafos para os palmeirenses. Ao final, foram vendidos cerca de dois mil exemplares. Com 180 páginas, o livro custa R$ 54,90 e está a venda nas duas unidades da loja oficial do Verdão (na Rua Augusta e no Shopping Ibirapuera).
paulo nobre, presidente do palmeiras (Foto: Divulgação)Presidente Paulo Nobre é o autor do prefácio do livro (Foto: Divulgação)
Filas para comprar o livro do Palmeiras (Foto: Divulgação)Cerca de três mil palmeirenses prestigiaram o evento (Foto: Divulgação)
loja oficial do palmeiras (Foto: Divulgação)Noite de autógrafos durou mais de seis horas o consultor de moda e apresentador de esportes da radio Trianon conferindo o lanaçamneto.

POLICIA DESPREPARADA AGREDE POLULÇAÕ EM MANIFESTAÇÃO EM SÃO PAULO.

PM de SP usa bombas com validade vencida para reprimir protesto 

Fabiana Maranhão
Do UOL, em São Paulo
  • UOL
    Na bomba de gás lê-se a mensagem: "Atenção, oferece perigo se utilizado após o prazo de validade"
    Na bomba de gás lê-se a mensagem: "Atenção, oferece perigo se utilizado após o prazo de validade"
As bombas de gás lacrimogêneo lançadas pela Polícia Militar de São Paulo em repressão ao protesto contra o aumento do preço das passagens de ônibus, metrô e trem, na noite desta quinta-feira (13), estavam com a validade vencida. A denúncia foi feita por manifestantes e moradores da área central da capital, onde ocorreu o ato.

CENAS DO PROTESTO EM SP

Elio Gaspari: Os distúrbios começaram pela ação da polícia, mais precisamente por um grupo de uns 20 homens da Tropa de Choque, que, a olho nu, chegou com esse propósito Leia mais
Existe terror em SP: "Fosse você manifestante, transeunte ou jornalista a trabalho, não havia saída pela via nem pelas transversais, todas cercadas pelo Choque. A cada arremesso de bomba, alguém pedia por vinagre ou o oferecia". Leia mais
Ataque à imprensa: Diversos jornalistas foram feridos e presos pela polícia durante a cobertura do ato. Vídeo mostra que um grupo se identifica e pede para que não seja atingido, mas os policiais ignoram e disparam tiros de borracha e bombas de gás lacrimogênio. Assista
Vídeo gravado durante os protestos em São Paulo mostra um policial quebrando, com socos, um dos vidros do próprio carro da polícia. Assista
A fotografia de um dos artefatos divulgada nas redes sociais mostra que o prazo de validade para uso do material terminou em dezembro de 2010. Na embalagem do produto, uma mensagem alerta: "Atenção: oferece perigo se utilizado após o prazo de validade".
O ator Rafael Queiroga, 30, foi um dos que encontrou um desses artefatos na rua onde mora, no bairro dos Jardins, depois que policiais militares dispararam bombas contra os manifestantes.
Ele conta que não estava participando do protesto, mas desceu para ver o que estava acontecendo. "Havia várias dessas na rua. Peguei uma. Quando cheguei em casa, fui alertado por uma pessoa sobre a validade da bomba", lembra.
A constatação causou revolta no ator. "Isso é negligência. Estão colocando em risco a vida das pessoas", desabafa.

O quarto protesto

Com o endurecimento da repressão por parte da Polícia Militar, o quarto ato contra o aumento das tarifas do transporte público em São Paulo, realizado na noite desta quinta-feira (13), terminou sendo o mais violento da série de manifestações ocorridas na cidade nos últimos dias.
Segundo a delegada Victória Lobo, titular da 78º DP (Jardins), 241 pessoas foram detidas no protesto e encaminhadas para essa delegacia,  para o 1º DP (Liberdade) e para o 4º DP (Consolação).
Ao menos quatro foram autuadas (três por porte de entorpecentes e um por resistir à prisão), assinaram um termo circunstanciado e vão responder a processos em liberdade. Outras cinco foram indiciadas por formação de quadrilha e danos ao patrimônio --crimes inafiançáveis-- e vão continuar presas.
Com os manifestantes, a polícia diz que apreendeu facas, estiletes, tesouras, martelos, coquetéis-molotóvs, machadinha, aerosol, garrafas de álcool, tinta e sprays e uma pequena quantidade de maconha. Celulares, câmeras fotográficas e uma garrafa de vinagre também foram apreendidos.
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Protestos contra o aumento da tarifa do transporte coletivo200 fotos

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14.jun.2013 - Vidro de agência do Banco Central localizada na avenida Paulista com a rua Ministro Rocha Azevedo em São Paulo (SP), aparece estilhaçado na manhã desta sexta-feira (14), após confronto contra manifestantes durante protesto do aumento das tarifas do transporte coletivo na capital paulista na noite anterior. O valor das passagens de ônibus, trem e metrô subiu de R$ 3 para R$ 3,20 neste mês J. Duran Machfee/Futura Press
Cerca de 40 pessoas foram detidas antes mesmo de o protesto começar. Antes do início do ato, manifestantes e jornalistas que carregavam vinagre --como o repórter Piero Locatelli, da 'Carta Capital' para reduzir os efeitos de bombas de gás lacrimogêneo foram detidos, sob a alegação da PM de que o produto pode ser usado para fabricar bombas caseiras.

Você é a favor da repressão policial a manifestantes?

Resultado parcial
Segundo o Movimento Passe Livre, que organizou a manifestação, pelo menos cem ficaram feridos. Entre os feridos, sete são jornalistas da Folha de S.Paulo. A repórter Giuliana Vallone, da TV Folha, foi atingida no olho por uma bala de borracha disparada por policiais militares da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). Outro repórter da Folha, Fábio Braga, também foi atingido no rosto por disparos de bala de borracha no centro da cidade. Giuliana subia a rua Augusta registrando o protesto quando foi atingida. 
Repórteres do Terra e da Rede Brasil Atual foram agredidos com cassetetes durante a cobertura, e o reporter de moda Denis Moraes que também estava no local foi atingido por bombas de efeito moral, conta  que se refugiou em uma casa noturna onde junto com alguns manifestantes passaram momentos de horror coma tropa de choque na porta do estabelecimento  batendo nos escudos para apavorar os encurralados.O consultor ficou sem enxergar e respirar por alguns minutos e foi socorrido por manifestantes.
Antes do protesto, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) declarou que não iria tolerar atos de vandalismo. Na manifestação de hoje, a PM mobilizou grande aparato, com tanques blindados, helicópteros e até a cavalaria. Além da Tropa de Choque, policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) e da Força Tática atuaram na repressão, totalizando efetivo de 900 homens.

ANÁLISES

"Por mais justo que seja baratear a tarifa, suas vantagens são questionáveis se for para ter menos, mais lentos, precários e superlotados serviços de transporte coletivo" Leia mais
"Tudo se resume em utilizar táticas e arsenal"não letal"para controlar de modo pacífico um distúrbio. O policial tem que ter antes de tudo disciplina, e o policial que quase foi linchado é um perfeito modelo disso" Leia mais
"Alguém acha que a realidade vai mudar apenas com protestos online ou cartas enviadas ao administrador público de plantão? Desculpe quem tem nojo de gente, mas protesto tem que mexer mesmo com a sociedade, senão não é protesto" Leia mais
Segundo relato da repórter do UOL, Janaina Garcia, a Polícia atirou indiscriminadamente, contra manifestantes, transeuntes e jornalista a trabalho. "Não havia saída pela via nem pelas transversais, todas cercadas pelo Choque". Veja o relato.

Começo pacífico, final violento

O protesto começou por volta de 18h na praça Ramos de Azevedo, no centro, onde os manifestantes se concentravam desde 17h. De lá, o grupo, de aproximadamente 5.000 pessoas, segundo a PM, seguiu até a praça da República. Depois, caminharam pela avenida Ipiranga e chegaram à rua da Consolação, na altura da praça Roosevelt. Até então, não havia registro de ocorrências graves.
Na altura da Roosevelt, os manifestantes foram impedidos pela polícia de seguir na Consolação até a avenida Paulista. Iniciou-se uma negociação entre o comando da PM e lideranças do movimento. Em um dado momento, por volta de 19h10, começou o confronto. Segundo o jornalista Elio Gaspari, da Folha de S.Paulo, os distúrbios começaram pela ação da polícia, mais precisamente por um grupo de uns 20 homens da Tropa de Choque, que chegaram com esse propósito.

POLICIA DESPREPARADA AGREDE POLULÇAÕ EM MANIFESTAÇÃO EM SÃO PAULO.

PM de SP usa bombas com validade vencida para reprimir protesto 

Fabiana Maranhão
Do UOL, em São Paulo
  • UOL
    Na bomba de gás lê-se a mensagem: "Atenção, oferece perigo se utilizado após o prazo de validade"
    Na bomba de gás lê-se a mensagem: "Atenção, oferece perigo se utilizado após o prazo de validade"
As bombas de gás lacrimogêneo lançadas pela Polícia Militar de São Paulo em repressão ao protesto contra o aumento do preço das passagens de ônibus, metrô e trem, na noite desta quinta-feira (13), estavam com a validade vencida. A denúncia foi feita por manifestantes e moradores da área central da capital, onde ocorreu o ato.

CENAS DO PROTESTO EM SP

Elio Gaspari: Os distúrbios começaram pela ação da polícia, mais precisamente por um grupo de uns 20 homens da Tropa de Choque, que, a olho nu, chegou com esse propósito Leia mais
Existe terror em SP: "Fosse você manifestante, transeunte ou jornalista a trabalho, não havia saída pela via nem pelas transversais, todas cercadas pelo Choque. A cada arremesso de bomba, alguém pedia por vinagre ou o oferecia". Leia mais
Ataque à imprensa: Diversos jornalistas foram feridos e presos pela polícia durante a cobertura do ato. Vídeo mostra que um grupo se identifica e pede para que não seja atingido, mas os policiais ignoram e disparam tiros de borracha e bombas de gás lacrimogênio. Assista
Vídeo gravado durante os protestos em São Paulo mostra um policial quebrando, com socos, um dos vidros do próprio carro da polícia. Assista
A fotografia de um dos artefatos divulgada nas redes sociais mostra que o prazo de validade para uso do material terminou em dezembro de 2010. Na embalagem do produto, uma mensagem alerta: "Atenção: oferece perigo se utilizado após o prazo de validade".
O ator Rafael Queiroga, 30, foi um dos que encontrou um desses artefatos na rua onde mora, no bairro dos Jardins, depois que policiais militares dispararam bombas contra os manifestantes.
Ele conta que não estava participando do protesto, mas desceu para ver o que estava acontecendo. "Havia várias dessas na rua. Peguei uma. Quando cheguei em casa, fui alertado por uma pessoa sobre a validade da bomba", lembra.
A constatação causou revolta no ator. "Isso é negligência. Estão colocando em risco a vida das pessoas", desabafa.

O quarto protesto

Com o endurecimento da repressão por parte da Polícia Militar, o quarto ato contra o aumento das tarifas do transporte público em São Paulo, realizado na noite desta quinta-feira (13), terminou sendo o mais violento da série de manifestações ocorridas na cidade nos últimos dias.
Segundo a delegada Victória Lobo, titular da 78º DP (Jardins), 241 pessoas foram detidas no protesto e encaminhadas para essa delegacia,  para o 1º DP (Liberdade) e para o 4º DP (Consolação).
Ao menos quatro foram autuadas (três por porte de entorpecentes e um por resistir à prisão), assinaram um termo circunstanciado e vão responder a processos em liberdade. Outras cinco foram indiciadas por formação de quadrilha e danos ao patrimônio --crimes inafiançáveis-- e vão continuar presas.
Com os manifestantes, a polícia diz que apreendeu facas, estiletes, tesouras, martelos, coquetéis-molotóvs, machadinha, aerosol, garrafas de álcool, tinta e sprays e uma pequena quantidade de maconha. Celulares, câmeras fotográficas e uma garrafa de vinagre também foram apreendidos.
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Protestos contra o aumento da tarifa do transporte coletivo200 fotos

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14.jun.2013 - Vidro de agência do Banco Central localizada na avenida Paulista com a rua Ministro Rocha Azevedo em São Paulo (SP), aparece estilhaçado na manhã desta sexta-feira (14), após confronto contra manifestantes durante protesto do aumento das tarifas do transporte coletivo na capital paulista na noite anterior. O valor das passagens de ônibus, trem e metrô subiu de R$ 3 para R$ 3,20 neste mês J. Duran Machfee/Futura Press
Cerca de 40 pessoas foram detidas antes mesmo de o protesto começar. Antes do início do ato, manifestantes e jornalistas que carregavam vinagre --como o repórter Piero Locatelli, da 'Carta Capital' para reduzir os efeitos de bombas de gás lacrimogêneo foram detidos, sob a alegação da PM de que o produto pode ser usado para fabricar bombas caseiras.

Você é a favor da repressão policial a manifestantes?

Resultado parcial
Segundo o Movimento Passe Livre, que organizou a manifestação, pelo menos cem ficaram feridos. Entre os feridos, sete são jornalistas da Folha de S.Paulo. A repórter Giuliana Vallone, da TV Folha, foi atingida no olho por uma bala de borracha disparada por policiais militares da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). Outro repórter da Folha, Fábio Braga, também foi atingido no rosto por disparos de bala de borracha no centro da cidade. Giuliana subia a rua Augusta registrando o protesto quando foi atingida. 
Repórteres do Terra e da Rede Brasil Atual foram agredidos com cassetetes durante a cobertura, e o reporter de moda Denis Moraes que também estava no local foi atingido por bombas de efeito moral, conta  que se refugiou em uma casa noturna onde junto com alguns manifestantes passaram momentos de horror coma tropa de choque na porta do estabelecimento  batendo nos escudos para apavorar os encurralados.O consultor ficou sem enxergar e respirar por alguns minutos e foi socorrido por manifestantes.
Antes do protesto, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) declarou que não iria tolerar atos de vandalismo. Na manifestação de hoje, a PM mobilizou grande aparato, com tanques blindados, helicópteros e até a cavalaria. Além da Tropa de Choque, policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) e da Força Tática atuaram na repressão, totalizando efetivo de 900 homens.

ANÁLISES

"Por mais justo que seja baratear a tarifa, suas vantagens são questionáveis se for para ter menos, mais lentos, precários e superlotados serviços de transporte coletivo" Leia mais
"Tudo se resume em utilizar táticas e arsenal"não letal"para controlar de modo pacífico um distúrbio. O policial tem que ter antes de tudo disciplina, e o policial que quase foi linchado é um perfeito modelo disso" Leia mais
"Alguém acha que a realidade vai mudar apenas com protestos online ou cartas enviadas ao administrador público de plantão? Desculpe quem tem nojo de gente, mas protesto tem que mexer mesmo com a sociedade, senão não é protesto" Leia mais
Segundo relato da repórter do UOL, Janaina Garcia, a Polícia atirou indiscriminadamente, contra manifestantes, transeuntes e jornalista a trabalho. "Não havia saída pela via nem pelas transversais, todas cercadas pelo Choque". Veja o relato.

Começo pacífico, final violento

O protesto começou por volta de 18h na praça Ramos de Azevedo, no centro, onde os manifestantes se concentravam desde 17h. De lá, o grupo, de aproximadamente 5.000 pessoas, segundo a PM, seguiu até a praça da República. Depois, caminharam pela avenida Ipiranga e chegaram à rua da Consolação, na altura da praça Roosevelt. Até então, não havia registro de ocorrências graves.
Na altura da Roosevelt, os manifestantes foram impedidos pela polícia de seguir na Consolação até a avenida Paulista. Iniciou-se uma negociação entre o comando da PM e lideranças do movimento. Em um dado momento, por volta de 19h10, começou o confronto. Segundo o jornalista Elio Gaspari, da Folha de S.Paulo, os distúrbios começaram pela ação da polícia, mais precisamente por um grupo de uns 20 homens da Tropa de Choque, que chegaram com esse propósito.