quarta-feira, 24 de junho de 2015

Roupas para festas Juninas

Look moderno para festa junina. Foto:Looklet
O mês de junho traz consigo aquele friozinho agradável e as festas juninas, que combinam perfeitamente com esse clima. Junho já está no fim, mas as festas continuam acontecendo, com comidas e bebidas típicas, música, quadrilha e muita diversão. E na hora de ir para a festa, o que você escolhe para vestir? Na dúvida? Confira a seguir algumas dicas para curtir o momento com estilo!

Algumas pessoas gostam dos alegóricos trajes caipiras, no entanto há quem gostaria se vestir de uma forma menos caricata, mas sem sair do clima de festa junina. Nesse caso, a primeira coisa que vem à cabeça é o xadrez, e dá para apostar na padronagem sem cair no óbvio. Também é possível investir no jeans, nas estampas florais e, é claro, nas meias-calças.

Se a opção for o xadrez, por se tratar de uma das padronagens mais fáceis de encontrar no guarda-roupa, ele pode ser usado da maneira mais clássica, combinado com o jeans. Pode ser uma calça skinny com uma camisa oversized, ou ainda um short com meia calça. Com a ankle boot, uma das preferidas entre as mulheres, o look pode ganhar uma cara mais rock ‘n’ roll. Botas estilo cowboy e montaria também caem bem com este tipo de produção.

Look com camisa xadrez para festa junina. Foto:Looklet
Look com camisa xadrez para festa junina. Foto:Looklet
Look com saia para festa junina. Foto:Looklet
Look com saia para festa junina. Foto:Looklet
Look sexy para Festa Junina. Foto:Looklet
Look sexy para Festa Junina. Foto:Looklet
Look inusitado para festa junina. Foto:Looklet
Look inusitado para festa junina. Foto:Looklet



Existem algumas formas mais inusitadas de usar a camisa xadrez. O modelo oversized pode ser sobreposto a vestidos curtinhos e ajustados, ganhando assim, uma conotação mais sexy. Ela também pode ser usada como casaco sobre uma t-shirt básica, com shorts, calças, leggings ou saias mais sequinhas, oferecendo ao look de festa junina um ar mais cool e jovem. 

Mas não é porque se trata de festa junina que o xadrez é obrigatório. Existem outras opções que resultam em ótimos efeitos, menos óbvios, mas mesmo assim, sem fugir do tema. Os florais são um excelente exemplo.

Uma das peças bastante comum nos anos 90 e que agora volta com força é a camisa jeans – e ela tem um forte apelo coutry. Pode ser usada sobre vestidos, coordenada com leggings, coletes, combo de top com saia de cintura alta, entre outros. A camisa jeans permite ousadia nas cores e nas estampas das demais peças do look, bem como as jaquetas feitas do materiai – outro clássico perfeito para a ocasião.

Looks com um estilo mais boêmio ou folk também combinam com o clima das festas juninas. Peças e acessórios franjados, vestidos longos, estampas étnicas e o próprio jeans podem ajudar a produzir um visual assim.

Look ultra feminino para festa junina. Foto:Looklet
Look ultra feminino para festa junina. Foto:Looklet
Look folk para festa junina. Foto:Looklet
Look folk para festa junina. Foto:Looklet


O acessório que não pode faltar na produção junina, sem dúvidas, é a bota. Seja ela ankle boot, de montaria, cowboy, galocha, cruissard, over-knee, é indispensável quando o assunto é o visual para festas juninas.

As opções para se vestir neste tipo de festa são diversas, e não é necessário sair gastando fortunas. O look de festa junina pode ser construído com as peças que você já tem no guarda-roupa - as sobreposições inteligentes são capazes de deixar um visual muito interessante. Basta um pouco de criatividade para coordená-las de acordo com o efeito que você deseja e seu estilo pessoal.

Exposição Bailes do Brasil evidencia as relações entre moda, música e dança

Acervo de fotografias, músicas e vídeos serão disponibilizados para visitação pública no Solar Marquesa de Santos

A partir do dia 28 de junho, os apaixonados por moda, música e dança podem conferir no Solar Marquesa de Santos (próximo ao Pateo do Collegio) em São Paulo, a exposição Bailes do Brasil, que reúne um acervo de imagem, som e vídeo que retrata diversos momentos de celebração coletiva do Brasil com uma original abordagem de nossa cultura por meio de um grande baile ao longo do tempo. A exposição mapeia por uma cronologia fluida, desde a primeira República no final do século 19 até os dias atuais, levando em consideração as relações entre as três manifestações artísticas.

O genuíno espírito da Moda de cada época pode ser percebido no registro do cotidiano, com suas forças atuantes representadas a partir de imagens selecionadas de fotógrafos: estrangeiros e brasileiros, renomados e jovens, regionais e urbanos. Moda, Música e Dança se unem para capturar e embalar a cadência desses muitos encontros e períodos.

A curadoria da exposição reflete sobre influências e relevâncias, divididas em três atos. O Regionalismo Pulsante destaca a produção cultural de raiz e além das cidades, a partir dos sincretismos culturais regionais. A Metrópole Vibrante evidencia a forte influência europeia em nossas tradições e costumes, a clara distinção entre o erudito e o popular. A sala Globalização Eletrizante destaca o diálogo que passa a existir entre a afirmação de nossa brasilidade, suas confluências, com as afirmações de distintas identidades mundiais.

Os curadores Ricardo Feldman e Jum Nakao selecionaram mais de 200 fotos de profissionais nacionais e internacionais, a partir do acervo de instituições públicas e privadas, como Thomaz Farkas, Vania Toledo, Luiz Carlos Barreto, Otto Stupakoff, Maureen Bisilliat e Pierre Verger. A seleção musical produzida a partir de pesquisa sobre aspectos rítmicos brasileiros contribui para a imersão sinestésica dos visitantes. A mostra oferece também, três videoinstalações com figurinos escolhidos exclusivamente por Jum Nakao para esses ambientes.

Em parceria com o Museu da Cidade de São Paulo, a exposição Bailes do Brasil é patrocinada pela C&A, maior rede de varejo de moda do País, por meio da lei de incentivo estadual de cultura - PROAC.

Crédito fotografias

Alexandre Severo, Ana Carolina Fernandes, Benjamim Abrahão, Carlos Moskovics, Chico Albuquerque, Daniela Dacorso, David Drew Zingg, Denise Perez, Henri Ballot, Hildegard Rosenthal, I Hate Flash, José Medeiros, Lalo de Almeida, Louise Chin e Ignacio Aronovich / LOST ART, Luis Saia, Luiz Carlos Barreto, Marc Ferrez, Marcel Gautherot, Mari Stockler, Maureen Bisilliat, Nana Vieira, Otto Stupakoff, Pablo Di Giulio, Peter Scheier, Pierre Verger© Fundação Pierre Verger, Pio Figueiroa, Ricardo Labastier, Sebastião de Assis Ferreira, Stefan Hess, Thomaz Farkas, Vania Toledo, Vincenzo Pastore, Walter Firmo, Acervo Fotográfico do Museu da Cidade de São Paulo, Acervo Histórico da Discoteca Oneyda Alvarenga / Centro Cultural São Paulo / SMC/ PMSP, Instituto Moreira Salles.
Ficha técnica da exposição

Curadoria: Ricardo Feldman e Jum Nakao
Assistente de Curadoria e Pesquisa de Imagens: Carolina Vendramini
Produção Executiva: Patrícia K. Godoy
Concepção Museográfica: Jum Nakao
Concepção Museográfica / Direção Executiva: Suzana Memlak
Projeto de Iluminação: Guinter Parschalk

Sobre os curadores

Ricardo Feldman é sócio fundador da Livre, editora e produtora de conteúdo e cultura. Dirigiu diversos projetos culturais, entre eles a exposição Flávio de Carvalho Desveste a Moda da Cabeça aos Pés realizada no MUBE - SP e MAM- RJ; os livros Sapato de Mulher, um Passeio pelo Imaginário das Brasileiras; 30 anos de Moda no Brasil; Auditório Ibirapuera, o Projeto Esquecido de Oscar Niemeyer, entre outros. É publisher da Revista s/n e conselheiro do Theatro São Pedro, Orquestra Jazz Sinfônica e Banda Sinfônica de São Paulo. 

Jum Nakao é mundialmente reconhecido por seus impactantes trabalhos nas mais diversas áreas. Seu desfile, A Costura do Invisível, é considerado um dos maiores desfiles do Século pelo Museu de Moda de Paris. A apresentação do Brasil no encerramento das Olimpíadas de Londres 2012, leva sua assinatura. É referência nas mais importantes publicações sobre Moda e Design do Mundo e sua obra integra acervos Internacionais de Museus de Arte e Moda.

Sobre o Museu da Cidade

O Solar da Marquesa de Santos é um raro exemplar de residência urbana do século 18 e foi o lar da Marquesa de Santos, Domitila de Castro Canto e Melo, entre 1834 e 1867, período em que a Rua do Carmo (atual Rua Roberto Simonsen) concentrava as residências elegantes de São Paulo. Foi também residência episcopal e sede da Companhia paulista de Gás, responsável pela adaptação do espaço interno e construção do prédio anexo. O primeiro grande restauro da edificação histórica teve início em 1991 e, para destacar os elementos arquitetônicos, o partido adotado foi deixar aparentes trechos das paredes de modo a informar sobre as antigas e as novas técnicas construtivas. O Solar da Marquesa de Santos abriga atividades museológicas e é a sede do Museu da Cidade de São Paulo.

Sobre a C&A

Líder do mercado de varejo de moda brasileiro, no qual está presente desde 1976, a C&A é uma multinacional de origem holandesa fundada em 1841 pelos irmãos Clemens e August, cujas iniciais deram origem ao nome da empresa. Atualmente a rede possui 290 lojas no País, em 25 Estados e no Distrito Federal. De maneira inovadora, a C&A atua para oferecer produtos e informação de moda a preços acessíveis. Com a plataforma C&A Collection, traz coleções exclusivas em parceria com estilistas e grifes nacionais e internacionais.

A empresa é pioneira em ações de sustentabilidade no setor: desde 2006, audita a cadeia produtiva, monitorando padrões de negócios socialmente responsáveis; em 2009, inaugurou uma Loja Eco, certificada com o selo Leed, do Conselho de Construção Sustentável dos EUA (USGBC); e, em 2010, foi a primeira empresa do setor a assinar o Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo. Em 2015, está consolidando seus compromissos em uma plataforma global de sustentabilidade.

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Sertanejo Cristiano Araújo e namorada morrem em grave acidente de carro em GO

O sertanejo Cristiano Araújo sofreu um grave acidente na madrugada desta quarta (24), na BR-153, entre as cidades de Morrinhos e Pontalina, em Goiás. O cantor e a namorada, Allana Moraes, de 19 anos, que estava com ele no carro, não resistiram aos ferimentos e faleceram. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do cantor.

Segundo o Corpo de Bombeiros, Cristiano voltava de um show em Itumbiara, ao sul do estado, por volta das 3h, quando sua Range Rover saiu da pista e capotou. O sertanejo chegou a ser levado ao Hospital Municipal de Morrinhos em estado grave e depois transferido para o Hospital de Urgências de Goiânia. O último hospital confirmou, às 8h40 desta quarta, que Cristiano Araújo faleceu.

Além do sertanejo e da namorada, ainda estavam no veículo mais duas pessoas, o segurança Ronaldo Ribeiro, que dirigia o carro, e o empresário Victor Leonardo. Os dois tiveram ferimentos leves e foram encaminhadas para hospitais próximos.

Em comunicado oficial antes da confirmação da morte do cantor, a equipe de Cristiano Araújo se solidarizou pela perda de Allana. 

Antes de partir para o show de Itumbiara, nesta terça (23), o sertanejo chegou a postar uma foto ao lado da namorada no Instagram. Na manhã desta quarta, fãs lamentaram a morte da garota e do sertanejo.
Em foto com o consultor de moda na gravação do show da virada da Rede Globo em 2014.